Batismo pelos Mortos
A Igreja Mórmon requer o batismo para que uma pessoa se torne membro. Mas diferentemente de muitas outras igrejas, a Igreja Mórmon requer um tipo particular de batismo e não aceita o batismo de outras igrejas. Os Mórmons acreditam que a sua Igreja é a única completamente verdadeira sobre a face da Terra.
Eles também acreditam que sua igreja é a única que possui o sacerdócio, ou o poder para agi em nome de Deus.
Em suma, os Mórmons não vêem o batismo realizad
Like most other Christian churches, the o por outras igrejas como sendo o batismo realizado com a devida autoridade e, portanto, eles não o vêm como um batismo salvador. Entretanto, o Senhor também revelou para Joseph Smith, o fundador do Mormonismo, uma outra doutrina – a do batismo pelos mortos. Essa doutrina declara que os membros vivos da Igreja Mórmon podem ser batizados em lugar e a favor das pessoas falecidas que nunca receberam o batismo correto. Dessa forma, as pessoas que morreram se conhecer o Evangelho, como os Mórmons o vêem, tem a oportunidade de aceitá-lo no mundo espiritual. Isso é uma oportunidade e uma escolha, entretanto – aqueles que já se foram podem escolher não aceitar o batismo da mesma maneira que uma pessoa viva poderia decidir não ser batizada. Esse batismo é a oportunidade dada para a pessoa tomar a decisão.
O único local que um batismo pelos mortos pode ser realizado é dentro de um templo Mórmon. Dentro dos templos existem fontes batismais especiais para se realizar o batismo – a fonte é colocada sob a escultura de doze bois, os quais representam as Doze tribos de Israel.
Na crença Mórmon, a Igreja de Cristo original estabelecida na Terra também praticava o batismo para os mortos. Como é dito em 1 Coríntios 15:29: “Doutra maneira, que farão os que se batizam pelos mortos, se absolutamente os mortos não ressuscitam? Por que se batizam eles então pelos mortos?”. Embora esse seja a única declaração do tipo no Novo Testamento, é uma declaração feita em uma carta, o qual parece indicar que essa doutrina era bastante comum e não precisava ser explicada – e mais interessante ainda, a ressurreição parece ser a doutrina em questão aqui. Mas de fato a doutrina Mórmon professa ambas as doutrinas – ressurreição e batismo pelos mortos. Eles acreditam que Deus se preocupa com todos os Seus filhos, não apenas com aqueles que estão em circunstâncias de ouvir o evangelho. Afinal de contas, não é Deus o Deus dos vivos e dos mortos?
Pedro nos diz em 1 Pedro 3:18-20 que “[…] também Cristo padeceu uma vez pelos pecados, o justo pelos injustos, para levar-nos a Deus: mortificado, na verdade, na carne, mas vivificado pelo Espírito; No qual também foi, e pregou aos espíritos em prisão; Os quais noutro tempo foram rebeldes, quando a longanimidade de Deus esperava nos dias de Noé, enquanto se preparava a arca; na qual poucas (isto é, oito) almas se salvaram pela água”. Jesus, portanto, parecia estar bastante preocupado com a salvação das almas que já haviam deixado à vida mortal. Por que mais Ele pregaria àqueles na prisão? Pedro ainda relata em 1Pedro 4:6: “Porque por isto foi pregado o evangelho também aos mortos, para que, na verdade, fossem julgados segundo os homens na carne, mas vivessem segundo Deus em espírito;”. Deus é um Deus justo, mas também é um Deus misericordioso. Os espíritos na prisão não escapariam do julgamento pela maneira como viveram, mas Deus daria a eles o evangelho. Na primeira escritura, 1 Pedro 3:18-20, podemos ver que pelo menos alguns dos espíritos na prisão eram pessoas que haviam negado o Senhor no dilúvio que apenas Noé e sua família se salvaram. Jesus, portanto, pregou aos que se rebelaram abertamente como aos que talvez não tenham sido tão rebeldes – foi pregado o evangelho àqueles que, quando viveram, foram destruídos devido à suas iniqüidades. Os seus pecados nunca provocaram o seu abandono.
Aqueles que professam o Mormonismo também professam seguir a Jesus Cristo e se esforçar para ser mais semelhante a Ele. Então, como Ele era preocupado com os mortos, da mesma forma, devemos nos preocupar com o bem-estar de todos os nossos familiares, não apenas os que estão vivos no momento.